Mar, nuvem
e uma planta teimosa.
Sea Cloud Weed é um estúdio independente brasileiro. A gente faz jogo que abre no navegador e roda — em notebook velho, em PC bom, no celular. Sem launcher, sem loja, sem 40 GB de download.
Três regras, nenhuma exceção
Nada para instalar
Zero dependência externa: nenhuma biblioteca de terceiros, nenhum download. Se abrir, funciona — e continua funcionando quando alguma biblioteca da moda sumir da internet. Quem sustenta isso é o ForVsTill, o motor da casa.
Arte em código
Nada de sprites prontos. Monstros, cidades e capas são desenhados por código, linha por linha. Por isso tudo pesa quilobytes em vez de gigabytes.
Som gerado na hora
Nenhum arquivo de áudio. Explosões, rugidos e trilha são sintetizados pelo próprio navegador enquanto você joga.
Por que "Sea Cloud Weed"?
Sea — o mar, que sempre volta e não pede licença. Cloud — a nuvem, porque tudo que fazemos roda de qualquer lugar. Weed — a planta que cresce onde ninguém plantou e ninguém consegue arrancar.
Junto, é mais ou menos como um estúdio independente sobrevive: teimoso, em todo lugar, e crescendo no meio do concreto.
A gente faz jogo muito HIGH
Reunião de pauta aqui não tem planilha de mercado nem pesquisa de público-alvo. Tem gente rindo às duas da manhã perguntando "e se o chefe de fase fosse um prefeito afogado que ainda cobra IPTU?" — e no dia seguinte o prefeito afogado está no jogo, cobrando IPTU.
É assim que nasce ideia boa: solta, sem medo de parecer ridícula, deixando a imaginação ir até o fim da rua antes de alguém dizer que não dá. Depois vem a parte chata — otimizar, testar em notebook velho, corrigir bug às três da manhã. Mas a semente é sempre uma piada que ninguém teve coragem de engavetar.
Jogo bom, para a gente, é aquele que faz você chamar alguém para ver a tela. Se der risada junto, melhor ainda. Criatividade primeiro, bom senso depois — nessa ordem, sempre.
Tudo acontece no mesmo lugar
O Mar de Cima
Todo jogo nosso começa com água em algum lugar da tela. É de lá que vêm as coisas grandes — os titãs, o abismo, a nuvem que não é nuvem.
A Vigília
Oitenta anos sem ninguém morrer. É o ponto zero da nossa cronologia: tudo que a gente conta acontece antes ou depois disso.
O Concreto
As cidades brasileiras são o palco recorrente — inteiras nos jogos de ação, em ruínas nos de titã, e por dentro na linha adulta.
A Dívida
O tema que atravessa o catálogo: sempre tem alguém cobrando alguma coisa de alguém. Deus, facção, contrato, inverno. Sempre tem conta.
Cada jogo do catálogo tem a história completa escrita. Abrir o catálogo.
O estúdio hoje
jogos no catálogo
jogáveis agora, o resto vem
bibliotecas externas usadas
roda offline depois de abrir
Chega de ler. Vai destruir alguma coisa.
Rampage está jogável agora, de graça, sem cadastro.
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